A Vert Analytics, como empresa especializada em soluções de dados, IA e hiperautomação para governo e grandes empresas, aplica a CyndIA, sua solução própria de inteligência artificial para gestão de risco jurídico, a um problema comum em departamentos que administram grandes carteiras de contencioso: decidir quando propor, aceitar ou recusar um acordo ainda depende bastante da experiência individual de cada advogado. Sem um critério comum, processos com características semelhantes podem receber propostas muito diferentes, simplesmente porque estão sob responsabilidade de profissionais distintos.
A CyndIA, que já tem integração com 96 tribunais, organiza dados históricos e características de cada processo para oferecer uma base objetiva à negociação, reduzindo a dependência exclusiva da percepção individual sem retirar do advogado a responsabilidade pela decisão.
Sem critério comum, carteiras extensas acumulam inconsistência
Quando cada profissional usa seus próprios critérios para definir uma proposta, a diferença de abordagem se acumula ao longo da carteira: casos com riscos jurídicos próximos recebem tratamentos distintos, e a diretoria perde capacidade de comparar por que os valores de acordo variaram entre períodos ou grupos de processos.
A CyndIA reduz essa variação ao considerar, para cada caso, a probabilidade de um desfecho desfavorável, o valor potencial de uma condenação e o tempo estimado até uma decisão definitiva. Com essa análise, que também sustenta a integração da CyndIA com 96 tribunais e sua jurimetria estratégica, o advogado passa a negociar com uma faixa de valor de referência em vez de depender só da própria percepção.
A decisão final continua sendo humana
A CyndIA, uma solução da empresa com 28 anos de atuação em tecnologia e foco em analytics desde 2016, a Vert Analytics, não elimina a responsabilidade do profissional jurídico. Ela organiza informações, estima probabilidades e aponta oportunidades de acordo, mas aceitar, recusar ou apresentar uma contraproposta continua sob responsabilidade da equipe jurídica, assim como o momento da negociação e a condução da conversa.
Com o amadurecimento dessa análise, a discussão dentro do departamento também muda de foco: em vez de reuniões concentradas na opinião individual sobre cada processo, a equipe passa a investigar os casos que se desviam do padrão esperado e a entender por quê.
O ganho é consistência, não substituição do advogado
Processos com perfis de risco semelhantes passam a ser avaliados dentro de faixas comparáveis, independentemente de quem conduz o caso, e o advogado ajusta sua postura de negociação conforme o risco identificado: mais firme quando a probabilidade de condenação é baixa, mais aberto a acelerar a composição quando o risco e o custo de continuidade são altos.
Nenhum modelo elimina a incerteza de uma disputa judicial, por isso essa análise precisa ser calibrada continuamente à realidade de cada carteira. O ganho real não está em uma negociação específica, mas em criar consistência para milhares de decisões jurídicas ao longo do tempo, com uma justificativa mais objetiva que também facilita a comunicação com financeiro, auditoria e alta administração.
Uma frente que já atende grandes empresas
Departamentos jurídicos corporativos enfrentam o mesmo problema de escala e consistência que órgãos públicos, e é para esse cenário que a Vert Analytics, empresa brasileira com mais de 130 especialistas em dados e reconhecida como SAS Partner of the Year e Great Place to Work por dois anos consecutivos, leva a experiência de missão crítica construída ao longo de 28 anos.
